Seleções de futebol da América Latina atraem mais patrocinadores que rivais européias

Seleção brasileira reúne 21 patrocinadores para a Copa do Mundo de 2022

A Copa do Mundo 2022 terá início no dia 20 de novembro, primeira vez em que ocorre no final do ano, próximo de datas como Black Friday e eleições.


Para a edição deste ano do mundial de clubes, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mais que dobrou o número de patrocinadores da seleção brasileira, em comparativo com 2018, ano em que teve 9 patrocínios.


Em agosto, foi anunciada a renovação do patrocínio com um dos mais antigos patrocinadores: o Itaú. Segundo divulgado pelo Estadão, durante os próximos quatro anos, a CBF vai receber mais de R$ 300 milhões apenas do banco.


O Itaú é um dos patrocinadores com cota máster, junto com a Nike, Vivo e Guaraná Antarctica, marca da Ambev. Dessa forma, o banco exibe a marca em uniformes, placas e no backdrop da seleção onde acontecem as entrevistas, além de promover ações nas mídias digitais, projetos sociais e ativações em treinos e jogos.


Veja a lista de patrocinadores da seleção brasileira:

Nike: desde 1995

Guaraná Antarctica: desde 2001

Vivo: desde 2005

Itaú: desde 2008

Mastercard: desde 2012

Gol: desde 2013

Cimed: desde 2016

Três corações: desde 2017

Technogym: desde 2018

STATSports: desde 2018

Fiat: desde 2019

Semp TCL: desde 2019

Pague Menos: desde 2020

Bitci: desde 2021

Free Fire: desde 2021

Kwai: desde 2021

Kin Analytics: desde 2021

GLOBUS: desde 2021

Kavak: desde 2022

Zé Delivery: desde 2022

Rappi: desde 2022


Segundo um levantamento realizado pela IBOPE Repucom, a seleções da América Latina, vinculadas a Conmebol, são, em média, as que mais atraem patrocinadores para o campeonato mundial, superando seleções europeias associadas à Uefa.


Conforme o mapeamento, a Uefa angariou para a Copa do Mundo no Catar 121 patrocínios e, como tem direito a 13 vagas, a média é de 9,3 marcas por cada seleção. Já no caso da Conmebol, são quatro vagas diretas e conquistou o patrocínio 73 empresas.


Dessa forma, em média, é quase o dobro em relação às equipes europeias, com 18,3 marcas por nação na América do Sul.


“As partidas de uma Copa do Mundo são a celebração de um momento de união tão esperado a cada quatro anos pelos amantes do esporte, e o grande volume de cobertura midiática do torneio faz parte da rotina de bilhões de indivíduos ao longo de todo o período da competição”, comenta Arthur Bernardo Neto, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do IBOPE Repucom.


O mapeamento identificou ainda que o Setor Financeiro lidera o volume de exposições globalmente entre todas as seleções, com 51 exposições de 47 marcas diferentes, e lidera verticalmente em todas as confederações continentais, reforçando a relevância deste setor para o patrocínio esportivo regional e global.


Na sequência, aparecem os setores de Alimentação e Bebidas não alcoólicas, com 29 acordos de patrocínio cada, seguido por marcas do setor de Telecomunicações e Automotivo com 25 e 22 exposições de marcas, respectivamente.

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